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RELEASE 16/08 - Fest'AfroBrasil Geral

Casa África realiza 4º Fest’AfroBrasil

Artistas africanos e afrobrasileiros reunidos em diversos espetáculos e ações culturais para celebrar o cinqüentenário de independência de 17 nações africanas e homenagear os 40 anos de criação do Movimento Black Rio

1960 foi um ano emblemático e fundamental para diversas nações da África que começaram a reescrever suas histórias, após tornarem-se livres e independentes da dominação colonial européia. Para celebrar o cinqüentenário das independências de 17 países africanos, o Centro Cultural Casa África realiza o Fest’AfroBrasil, entre os dias 06 e 28 de agosto. Em sua 4ª edição, o Fest’AfroBrasil promoverá em diversos espaços da capital mineira e do interior ações dedicadas à música, dança, gastronomia, cinema, moda e palestras, com presença de artistas africanos e afro-brasileiros. Entre os destaques: show do músico e griot senegalês Zal Idrissa Sissokho; show de Homenagem aos 40 anos do Movimento Black Rio, com Gerson King Combo e Banda Black Rio; Desfile de Moda Comemorativo ao Cinqüentenário com a presença do estilista senegalês Mame Cheikh Ibrahima Fall (Deugs) , que trabalha junto com Hugo Boss e a mostra CineAfroBrasil, com a exibição de filmes da coleção Clássicos Africanos Restaurados.

4º Fest’AfroBrasil - Cinqüentenário das Independências Africanas: cinema, desfile de moda e palestras
Criado em 2004, para celebrar as atividades anuais da Casa África com a realização de um festival com diversas expressões artísticas, o Fest’AfroBrasil teve sua primeira edição na Casa do Conde de Santa Marinha. Em 2005, o evento ocorreu em diversos espaços culturais de capital mineira, retornando à Casa do Conde em 2008.
A partir da edição de 2010, a Casa África pretende tornar anual a edição do festival. Nesse ano, o tema principal é uma homenagem aos 50 anos de independência de 17 países africanos, que se livraram da dominação européia a partir de 1960. São eles: Senegal, Camarões, Togo, Madagascar, República Democrática do Congo, Somália, Benin, Níger, Burkina Faso, Costa do Marfim, Chade, República Centro-Africana, Gabão, Mali, Nigéria, Mauritânia e República do Congo.
Com a presença de autoridades políticas africanas e brasileiras, a abertura solene do Fest’AfroBrasil será no dia 23/08, às 19h30, no Teatro Marília, com a mesa Diálogos África-Brasil: Contextualização Histórica e Cooperação Internacional.
Realizado através do Fundo Nacional de Cultura, o Fest’AfroBrasil terá diversas atividades gratuitas, como a mostra de cinema, desfile de moda, palestras, oficinas, sendo que apenas os shows no parque municipal nos dias 27 e 28 de agosto serão cobrados a preços populares.

Cinema - Para a homenagem ao cinqüentenário, o Fest’AfroBrasil promoverá diversas ações específicas. Entre os dias 06 e 24 de agosto, o Cine AfroBrasil exibirá a mostra de cinema Clássicos Africanos Restaurados, com importantes obras de cineastas como Mansour Sora Wade, Paulin Vieyra, Safi Faye, entre outros. São filmes que remontam ao processo das independência e universo das sociedades da África desde os anos 50, como África sobre o Sena, película de 1957 de Mamadou Sarr e Paulin Vieyra, considerada uma das primeiras obras da cinematografia africana. Muitos filmes são documentários, que narram o processo de independência, como é o caso de Os Combates Africanos da Grande Guerra (1983), de Laurent Dussaux, rodado no Senegal e Burkina Faso, que propõe um novo olhar sobre a história através de depoimentos de ex-combatentes. As exibições se concentraram em Belo Horizonte no Cine Humberto Mauro, mas várias obras terão itinerâncias nas cidades de Lagoa Santa, São Gonçalo do Bação (distrito de Itabirito) e Ponte Nova. As sessões são com entrada franca. A programação completa com sinopses pode ser conferida no site www.casaafrica.com.br (também em documento anexo para roteiros).

Fórum e desfile de Moda – No Centro Cultural da UFMG no dia 17/08, às 19h, acontecerá a mesa redonda Moda e Meio Ambiente – Espaço de diálogo e troca dos atores da moda, que debaterá questões relativas à moda na África e no Brasil, enfocando as trocas entre os diversos países e a relação moda e meio ambiente. Com a presença do estilista senegalês Cheikh Ibrahima Fall, conhecido internacionalmente como Deugs, será um momento para fortalecer parcerias entres criadores e designers brasileiros, como Léo Coelho (da grife Léo Coelho) e Bárbara Maciel (da Chicletes com Guaraná). Nos dias 20 e 21, o público poderá conferir e adquirir os produtos das marcas Deugsfashion e Chicletes com Guaraná, na sede da grife mineira, com apresentações à noite do DJ Ibrabamba e do músico senegalês Zal Idrissa Sissokho.
Já no dia 26/08, à noite, na Spasso Escola Popular de Circo, acontece o Desfile Comemorativo do Cinqüentenário das Independências Africanas, realizado em parceria com a produtora H4. Reconhecido internacionalmente e tendo trabalhado com Hugo Boss - um dos mais importantes criadores do universo da moda no mundo – Deugs apresentará um desfile com modelos especiais, em parceria com as grifes mineiras Léo Coelho e Chicletes com Guaraná. Ressaltando o pan-africanismo, Deugs utilizará trajes tradicionais africanos na coleção da Deugsfashion, com uma linha moderna para homens e mulheres, representadas por modelos da agência Ford Models, com make up e seleção de modelos negros por Dora Alves, da Dora Cabeleireiros. O público poderá apreciar as novas criações e tendências, junto com intervenções performáticas de artistas da Spasso Escola de Circo.

Debates – Dedicado à reflexão do pensamento e produção intelectual de origem africana, o Pens’AfroBrasil acontecerá no Centro Cultural da UFMG, com foco nos processos de independência das nações africanas. No dia 24, às 17h30, o senegalês Serigne Ababacar Cissé Ba, professor da UFGO, ministra a palestra Revisitando o balanço educacional, econômico e social da África Subsahariana após 50 anos de Independências. Às 19h, o tema O Processo de Libertação dos países africanos será apresentado por Alain Pascal Kaly (Senegal), pós-doutorando do Departamento de História da Unicamp. No dia 25, às 19h30, o senegalês Amadou Abdoulaye Diop, doutor em literatura comparada pela UERJ, proferirá a palestra Identidade Cultural e Independência. E dia 26, às 19h30, o jornalista Ousmane Sane (Senegal) falará sobre o tema África Hoje. Todos os dias com entrada franca.

Diversidade musical e homenagem de 40 anos do Black Rio

Nos dias 27 e 28 de agosto, o Parque Municipal será o palco para grandes artistas africanos e afrobrasileiros. Na sexta (27), às 19h, o compositor e cantor mineiro Mestre Jonas mostra suas composições, que já foram prestigiadas por diversos grandes nomes da música brasileira, como Chico César, Nei Lopes e Hermínio Bello de Carvalho. Às 20h, acompanhado da banda Barraco de Aluguel, Celso Moretti lançará na atmosfera toda sonoridade e energia de seu “reggae favela”. Considerado um dos precursores do ritmo jamaicano em Minas, esse ano Moretti completa 30 anos de carreira artística.
Pela primeira vez tocando em um palco belo-horizontino, às 21h, o músico e autêntico griot senegalês Zal Idrissa Sissokho apresenta o som hereditário de sua kora (espécie de harpa africana). Pertencente à linhagem dos Sissokho, Zal traz a história e cultura do povo Mandinga, através de várias gerações. Residindo atualmente no Canadá, Zal já trabalhou com muitos artistas de renome internacional como Takadja, Lês Frères Diouf, Lilison, Hart Rouge, Muna Mingolé, entre outros. Às 22h, os cantores e compositores mineiros Sérgio Pererê e Play dividem palco em projeto inédito. Tendo a música negra como referência comum em seus trabalhos, eles misturam linguagens ancestrais e contemporâneas em show que mescla músicas dos discos solos de cada um. O último show da noite, às 23h, será com o rapper paulistano Rappin’ Hood, que leva ao palco sucessos dos seus discos Sujeito-Homem, volumes 1 e 2. A abertura da noite será com Roda de Djembê (projeto coordenado pelo músico Mateus Bahiense) e a discotecagem com o DJ Picumah.
A noite do sábado (28) inicia com o show dos rappers Dokttor Bhu e Shabê, às 19h, apresentando o peculiar rap “todo smile” com nova formação, acompanhados da banda Kilombando, além do DJ Roger Dee, que também será o encarregado da discotecagem da noite. Em seguida, às 20h, Dona Jandira canta clássicos de autores como Lupicínio Rodrigues, Ary Barroso, Ataulfo Alves e inéditas, registrados no primeiro CD dela, gravado em 2008.
Aquecendo o público para o grande show da noite, às 21h, Tom Nascimento apresenta seu show TecnoGroove, baseado em composições autorais, como Funk-se Rock-se, e releituras extravagantes temperadas à black music.
Para homenagear os 40 anos do Movimento Black Rio, que na capital carioca no início dos anos 70 ditou o comportamento e cultura da juventude negra, a Banda Black Rio, hoje liderada por Willam Magalhães, filho de Oberdan Magalhães – um dos fundadores –, às 22h, apresenta o melhor do funk e soul brasileiros de músicas que se tornaram antológicas em bailes e festas blacks de todo o Brasil. Como convidado especial e completando 50 anos de carreira artística, o cantor e compositor Gerson King Combo cantará clássicos seus como Mandamentos Black e Funk Brother Soul. Tido como “Rei do Soul” e considerado um dos fundadores do movimento, King Combo é hoje um dos representantes vivos do movimento que foi no Brasil o reflexo da soul music estadunidense e preceitos do orgulho negro dos Black Panthers. A abertura da noite será com Roda de Djembê.

Oficinas Art’AfroBrasil
Uma maneira de oferecer um melhor entendimento sobre as culturas africanas e suas diásporas são as oficinas gratuitas disponibilizadas pelo festival para públicos diversos. As inscrições podem ser feitas pelo telefone 3653-4244 ou e-mail casaafrica@gmail.com.
*Dança com Fanta Konate (Guiné) – Preservadora de diversas expressões de danças tradicionais da Guiné e oeste da África, a dançarina africana Fanta Konate ministrará oficina nas manhãs dos dias 24, 25 e 26 de agosto, no Centro Cultural da UFMG.
*Percussão com Mamour Ba (Senegal/BH) – Radicado há mais de 20 em Minas Gerais, o músico senegalês Mamour Ba vai abordar o solfejo rítmico, a expressão, timbres e alguns ritmos africanos, inserindo-os na linguagem afrobrasileira, nos dias 25 (das 15 às 17h30) e 26/08 (de 10 às 12h30), no Tambor Mineiro.
*Criação, corte, costura e designer africano com Deugs – O estilista senegalês Deugs (Mame Cheikh Ibrahima Fall) abordará uma gama de técnicas utilizadas por ele com têxteis tradicionais africanos e indígenas, além de tecelagem, bordados, uso de tintas, bijuterias, conchas e penas. Dia 18/08, das 09 às 12 e das 15 às 17 horas, na Spasso Escola de Circo.

OBS.:
1 - Clique AQUI para baixar o RELEASE e toda PROGRAMAÇÃO da mostra de cinema com sinopses e serviços (formato word).
2- Clique AQUI para baixar as FOTOS DE DIVULGAÇÃO dos artistas da programação musical de 27 e 28 de agosto, com devidos créditos nos arquivos.
3 - Postaremos em outro post os releases específicos por área, com imagens em alta resolução.

Serviço:

Fest-AfroBrasil 2010 – Cinqüentenário das Independências Africanas
Data: de 06 a 28 junho (quarta-feira), às 21 horas
Classificação: 18 anos, com exceção para as oficinas (16 anos)

Mais informações: (31) 3653-4244 e www.casaafrica.com.br


Assessoria de Imprensa:
BEBOP Comunicação & Cultura
(31) 3224-1251 e bebop@bebopcomunicacao.com

Black Broder faz 1 ANO dia 21, no Music Hall

RELEASE 09/08 - Festa de 1 ANO do Black Broder

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Um ano de pura “Black-brodagem”
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Projeto idealizado por DJ’s de Beagá completa um ano e tem como convidados as bandas Eddie (PE), Black Sonora, Zimun e o DJ carioca MBGroove
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O groove vai rolar solto na noite do dia 21 de agosto do Music Hall. Em festa de comemoração de um ano, o projeto Black Broder, dos DJ’s Yuga, Thiagão e Maurinho, convida ao palco as bandas Eddie (PE), Black Sonora e Zimun, com participação nas pistas do DJ carioca MBGroove.
Aproveitando a festa de um ano do Black Broder, a banda pernambucana Eddie pretende lançar em Beagá sua primeira coletânea, que depende apenas da entrega dos discos pela fábrica. Cativos do público mineiro, a Eddie sempre realiza grandes apresentações na capital. “É surpreendente como Beagá é uma cidade muito antenada, muito ligada. A primeira vez que estivemos foi em 96. Lembro que tinha o Virna Lisi, que tocamos em um bar subterrâneo. Foi o iniciou de uma troca muito grande. Quando voltamos ano passado no festival Garimpo, foi surpreendente, pois a galera tava cantando as músicas. Então, esperamos contribuir para uma grande noite do Black Broder”, diz Fábio Trummer, vocalista da Eddie. 
Conhecida do grande público de Belo Horizonte, a Black Sonora, que traz como um dos integrantes o DJ Yuga, completa o palco de shows, junto com a banda Zimun, recém chegada na cena independente mineira.
Para não perder a tradição, o projeto convida para dividir os toca-discos o DJ carioca MBGroove, que tem agitado com freqüência as noites do Rio e Sampa. 
É chegar pra curtir a Festa de 1 ano do Black Broder, pois a noite promete!
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Projeto Black Broder
Há um ano, três dos DJ’s mais badalados do cenário saculejante das noites belorizontinas se juntaram para fazer um som juntos. Do coleguismo da função entre os discos, Yuga, Thiagão e Maurinho já eram conhecidos de várias quebradas sonoras da cidade, entre elas o extinto projeto “Mundo Negro”. Daí foi um pulo para o início da nova “brodagem” que, entre uma “breja” e outra numa mesa de bar, os três partiram para fazer a primeira noite do projeto no Cineclube Savassi. Seguindo uma periodicidade mensal, reúnem a cada edição como convidados DJ’s da cidade e artistas e bandas para pocket-shows. A nova onda rolou solta e, em pouco tempo, o “Black Broder” tornou-se um ponto de encontro da moçada em busca de boa música e descontração na capital.
O nome surgiu em reverência à amizade dos idealizadores e ao gosto em comum pela Black Music. “A música negra influencia tudo se parar pra pensar. Tudo tem influência da musica negra, na essência, nas ramificações. No final, tudo tem alguma coisa da música negra, o groove, suingue, batidas...”, destaca o DJ Thiagão. Já Yuga complementa, “além da música, a gente se baseou também no Movimento Negro, nos Black Panthers, nos filmes Blaxploitation, no Orgulho Negro”.
Desde o extinto Movimento Balanço, um projeto de DJ’s não obtinha tanto sucesso na capital mineira. Para embalar as pistas, nos sets dos toca-discos e CDjotas, os dj’s conduzem os climas com uma grande variedade musical da música negra: soul, funk, hip hop, reggae, samba-rock, samba-funk, ritmos brasileiros de origem negra, entre outros beats.
O projeto já é considerado sucesso pelos idealizadores, tanto que eles têm levado a marca para outras cidades do interior de Minas e até em Sampa. Entre os convidados que já tocaram no “Black Broder”, destacam o DJ Nuts (RJ), Buguinha Dub (PE) Renato da Matta (PE), a turma do projeto “Funk-se” (Fausto, Alex C e Deivid), Roger Dee, Roger Moore e Magno (ex-Baile da Saudade). Para a festa de 1 ano, o público pode esperar uma noite memorável, que terá ainda exibição de filmes Blaxploitation, Feira de Vinis, banca de produtos do Coletivo Pegada  e apresentação do Cafa Sorridente (Queijo Elétrico). Para acompanhar e saber as próximas edições, sacar dicas musicais e seguir os passos dos caras é só acessar o blog www.blackbroder.blogspot.com.
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Eddie 
Foto: Clara Gouvea
Levadas festeiras com muito groove. É seguindo essa “marcha” que a banda pernambucana Eddie destaca-se com uma das principais bandas independentes do nordeste brasileiro. Do caldeirão multicultural evidenciado pela estética do “Mangue Beat”, a Eddie não fica de fora. Já são quase 20 anos de carreira da banda, que promove uma fusão de sonoridades que arrebata dos ritmos tradicionais nordestinos aos recursos da música jamaicana, para produzir uma música pop com a cara “Original Olinda Style”.
A discografia independente contabiliza os álbuns: “Compacto Brasil” (demo, 1995), “Sonic Mambo” (1998), “Original Olinda Style” (2003), “Metropolitano” (2006) e “Carnaval no Inferno” (2008). Agora, Beagá poderá ser o palco de lançamento da primeira coletânea em CD do grupo, em formato SMD, que traz as já conhecidas “Eu sou Eddie”, “Bairro novo”, “Falta de sol”, além das inéditas “Jéssica”, trilha do filme “Deserto Feliz”, de Paulo Caldas, e “É de fazer chorar”, muito tocada em shows, porém nunca gravada em disco.
Eddie sobe ao palco do Music Hall com Fábio Trummer (guitarra & voz), Urêa (percussão & voz), Andret (trompetes, teclados & samplers), Kiko (bateria) e Rob (baixo).
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Black Sonora
Uma das bandas de maior destaque e com público mais cativo do atual cenário da música independente mineira, a Black Sonora desde 2002 sempre busca somar nos palcos. Não é à toa que já dividiu apresentações com grandes nomes da música brasileira e até internacional, a exemplo de Marku Ribas, Funk Como Le Gusta, BNegão e o cubano René Ferrer. No repertório, músicas autorais com algumas releituras de Jorge Ben, Tim Maia, Jackson do Pandeiro e Marku Ribas.
Na bagagem musical, o groove come solto, pautado no suingue do bom e velho funk, que misturado ao samba e à música caribenha da ilha de Fidel promove uma sonzêra peculiar no palco. Os “hombres” do som são MC Rubén “Cubanito” Santillana (voz e percussão), Gustavo Negreiros (voz e guitarra), Luiz Prestes (baixo), Helton Rezende (guitarra), Ronan Teixeira (bateria), Bruno Lima (percussão) e o DJ Yuga (samplers, intervenções e percussão), um dos fundadores do Black Broder.
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Zimun
Foto: Daniel Beck
Novidade da cena musical independente de Beagá, a banda Zimun faz um rap contemporâneo com nuances bem distintas de estilo. Música, letras e imagens se (com)fundem no trato instrumental baseado no jazz, com uso de samples e seqüenciadores. No front, três MC’s ditam a palavra: Matéria Prima, Gurila Mangani e Fernando Castilho. A base musical é feita por Ravel Veiga (guitarra e baixo), Coyote Beatz (samplers, efeitos e sintetizador), Henrique Nolasco (bateria, vibrafone e baixo), Rafa Nunes (percussão e efeitos) e Rafael Bizotto (trompete, vibrafone, bateria, percussão e sintetizador).
A banda prepara para lançar o primeiro EP, que destaca o trabalho autoral de Fernando Castilho, intitulado “Castilho e Zimun”.
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DJ MBGROOVE
Carioca da gema, desde 2003 MBGroove agita as noites de Rio e São Paulo, sendo DJ residente da casa Estrela da Lapa e do projeto Vinil é Arte. A formação em comunicação o auxiliou para ser hoje um grande pesquisador musical. No set, reúne uma gama de sonoridades para formar o que ele chama de MNU, que não é o Movimento Negro Unificado, e sim “Música Negra Universal”. Da ponta da agulha soa o melhor do funky-soul, funky-breaks, R&B, jump-blues, rare-grooves europeus, clássicos afrolatinos, da música brasileira e vertentes do jazz.
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Serviços:
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Festa de 1 ano do Projeto Black Bróder – shows com as bandas Eddie (PE), Black Sonora e Zimun. Discotecagem dos dj’s Yuga, Thiagão, Maurinho e MBGroove (RJ)
Data: 21 de agosto (sábado), às 22 horas
Local: Music Hall (av.  do Contorno, 3.239, Santa Efigênia)
Ingressos: R$ 20,00 (meia antecipada, extensiva a todas categorias) e R$ 30,00 (meia no dia, extensiva a todas categorias)
Pontos de venda: Music Hall (3461-4000), Reggae Nation (rua Fernandes Tourinho, 19, lj 209, Savassi, 3264-3418) Café com Letras (rua Antônio de Albuquerque, 781, Savassi, 3225-9973) e Uzina Lounge (rua Grão Mongol, 908, Sion, 3221-2601)
Classificação: 18 anos
Informações: (31) 9109-1380 / 9752-7321 - www.blackbroder.blogspot.com e @blackbroder (Twiitter)

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Assessoria de Imprensa:
BEBOP Comunicação & Cultura
(31) 3224-1251 e bebop@bebopcomunicacao.com

Dokttor Bhu e Shabê no FIT 2010!

RELEASE 07/06 - CD Leopoldina

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Sutilezas e verdade no
vôo solo de Leopoldina
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Cantora mineira lança-se como compositora em primeiro disco autoral, com repertório e arranjos concebidos em comunhão com diversos nomes da MPB contemporânea

Fotos: Nathália Mendes/Divulgação
Uma voz bem ordenada que oferece ao ouvinte uma diversidade de nuances, coloridos e entonações, vigor e personalidade para criar uma relação cúmplice e sentimental com as notas de cada melodia e cada palavra na canção, dando vida uma a uma às interpretações. Em seu primeiro trabalho solo, a cantora Leopoldina faz, no próximo dia 24 de junho (quinta-feira), às 21 horas, o show de lançamento do CD Leopoldina, no Teatro Alterosa, em Belo Horizonte. O disco Leopoldina foi patrocinado pela Vivo, com recursos da lei estadual de incentivo à Cultura e integra o Conexão Vivo, iniciativa da empresa voltada ao desenvolvimento do setor musical brasileiro.
Concebido com muito cuidado, o disco é um marco para o novo momento da carreira da artista. Com 11 faixas, apresenta diversos autores da nova geração e de diferentes estados, sendo que a própria Leopoldina lança-se como compositora e assina três músicas. Com direção musical de Marcos Braccini, os arranjos são partilhados entre Rodrigo Braga, Luís Felipe Gama, Rafael Martini, Warley Henrique, Felipe José, Léo Pires e Pedro Santana, além de Braccini. “Houve uma preocupação com os arranjos para o disco soar eclético. Buscamos uma linguagem de encontros, já que as faixas têm arranjadores diferentes, o que exigiu um diálogo cuidadoso com cada um deles, para que cada um pudesse imprimir sua marca pessoal e também garantisse um lugar confortável para a voz da Leopoldina”, revela Braccini.
No palco, o que se evidencia é a voz versátil e portentosa de uma artista que ao cantar costura melodicamente cada palavra que soa da boca. Nesse show, Leopoldina é acompanhada pelos músicos Alexandre Andrés (flauta e violão), Bruno Santos (bateria e percussão), Maurício Ribeiro (piano e bandolim) e Pedro Santana (contrabaixo acústico e violão de sete cordas). Com direção musical de Marcos Braccini e direção artística da cantora Titane, a apresentação conta com as participações especiais de Felipe José (violoncelo e flauta), Flávio Ferreira (clarineta e clarone), Rafael Azevedo (violão), Rafael Martini (piano e violão) e Renato Motha, dividindo vocais em Um carro de bois.
Para Titane, “a primeira impressão que a Leopoldina nos causa é de uma cantora de verdade, de que não temos dúvida que veio para ficar, para permanecer na música, para construir uma carreira e dar uma contribuição pessoal. Ela tem uma personalidade artística forte e um timbre maravilhoso, que seduz e alicia. Canta por vocação e com muita paixão e entrega. Da Leopoldina que conheci há uns anos para a de agora, posso dizer que ela evoluiu muito, principalmente no palco, e fez um disco maravilhoso”, acredita a cantora, que acompanha a trajetória de Leopoldina desde o surgimento dela nos palcos da capital mineira, há cerca de oito anos.
O show conta com cenário construído pela designer Flor Pinheiro e traz motivos celestes, com alusão a nuvens e tons azuis, presentes também no projeto gráfico do disco, realizado pela equipe da agência Sete Oitavos.

Leopoldina, o CD
Resultado de um processo de muita pesquisa, dedicação e sensibilidade de todas as pessoas envolvidas, o disco Leopoldina foi concebido ao longo dos últimos três anos, sendo que nesse intervalo a cantora fez uma pequena pausa para dar à luz ao filho, nascido em agosto de 2008.
Feito com o zelo de várias mãos, o álbum prioriza a canção, a poesia clara e singela de cada letra, assim como as harmonias minuciosas na instrumentalização das melodias. “Eu quis privilegiar letras fáceis, sem palavras complexas, as histórias das músicas e como elas poderiam chegar às pessoas. Tentei trazer a poesia de um modo bem prazeroso, como um livro aberto, folha a folha, história a história. Eu falava com o Marquinho (Braccini) o tempo inteiro que não queria um disco para músicos, mas um disco com sentimento, que os arranjos não sobrepusessem minha voz e que as pessoas possam se emocionar ao escutar”, destaca Leopoldina, que contou durante todo o tempo com o apoio do produtor musical Marcos Braccini.
Experimentado anteriormente em shows, o repertório que dá vida ao disco traz uma gama plural de diferentes ritmos – da mansidão de uma melodia quase “jobiniana” à difícil e alegre interpretação do frevo - e uma reunião de singulares compositores da nova safra brasileira, entre eles a própria Leopoldina. O “abre-caminho” do CD é uma composição do goiano Leonardo Lorena, a inédita Ngana, de reverência à ancestralidade negro-africana. No time de compositores de outras canções apresentadas estão Marcos Braccini, Maurício Detoni, Vítor Santana, Edu Krieger, Nuno Ramos, Luís Felipe Gama, Patrícia Lobato e Renato Motha, dentre outros.
As releituras do trabalho ficam a cargo de Um carro de bois (confira no player abaixo), feita por Renato Motha e Patrícia Lobato sobre poema do heterônimo Alberto Caeiro, de Fernando Pessoa, Atrás dessa amizade, de Nuno Ramos e gravada pelo paulistano Romulo Fróes, além da instigante obra tropicalista Deus vos salve esta casa santa, de Caetano Veloso com o poeta piauiense Torquato Neto, em que Leopoldina revela toda sua propriedade com um canto visceral.
Já nas músicas de autoria da cantora, são seus parceiros: Rodrigo Braga, na canção Jongo - que presta homenagem ao Mestre Darci do Jongo, morto no início da década de 2.000, no Rio de Janeiro -, e Mestre Jonas, na imagética Panorâmica - 808. Assinada apenas por Leopoldina e apesar de ser a última faixa, Cantiga sela um casamento perfeito entre um arranjo singelo e a interpretação, evidenciando um caminho aberto para a artista.
Com exímio trabalho de construção com sonoridades de cordas, sopros e percussões, os arranjos do disco refletem equilíbrio, em busca da audição plena de cada instrumento. Entre os músicos participantes nas gravações, destacam-se Luís Felipe Gama (arranjos e piano), Robertinho Silva (percussões), Paulo Santos (percussões), Rodrigo Braga (piano, percussões e arranjos), Rafael Martini (piano, violões e arranjos), Nailor Proveta (clarinetas) e Toninho Carrasqueira (flauta).
Através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, o disco foi produzido de maneira independente com o patrocínio da Vivo.

Leopoldina, intérprete e compositora
Mineira de Campos Gerais, Leopoldina estava entre os artistas que participaram do emblemático projeto Reciclo Geral – Mostra de Composições Inéditas em Belo Horizonte, em 2002, que reuniu entorno de um só palco vários dos artistas que hoje figuram como importantes nomes da atual cena musical mineira, como Érika Machado, Makely Ka, Dudu Nicácio, Mestre Jonas, Kristoff Silva, Tom Nascimento, Vander Lee, Marina Machado, Titane, entre muitos outros. Foi nesse momento que Leopoldina apareceu pela primeira vez para uma platéia na capital mineira, após ter tido algumas experiências musicais anteriores em São Paulo, dividindo palco com músicos do quilate de Chico Saraiva e Robertinho Silva.
Em 2004, a cantora participou do disco A outra cidade, de Makely Ka, Kristoff Silva e Pablo Castro. Como intérprete, ao lado do cantor e compositor Dudu Nicácio apresentou o show Vindouro, que foi a base para o álbum Leopoldina – Dudu Nicácio, lançado em 2005, com turnê por cidades do interior de Minas. Nesse mesmo período, Leopoldina montou o show Noturno, ao lado do violonista, cantor e compositor Mestre Jonas. Integrou ainda o grupo Voz e Cia nos espetáculos O Malandro e O Circo Místico, baseados na obra de Chico Buarque, tendo participado também da gravação do CD O Circo Místico (2008), sob direção de Ernani Maletta e Marcinho Sant'ana.

Conexão Vivo
Assim como o show e CD da cantora
Leopoldina, dezenas de projetos musicais de todo o país fazem parte do Programa Conexão Vivo, que reúne shows, festivais independentes, gravação de CDs e DVDs, produção de videoclipes, programas de rádio, oficinas e seminários que compõem uma rede nacional e permanente de atividades culturais envolvendo artistas, gestores e produtores culturais, iniciativas públicas e privadas.
O
Conexão Vivo realiza ao longo do ano um circuito próprio de eventos onde toda essa diversidade de ações acontece conjuntamente. Além disso, o programa também está presente em muitas das mais importantes iniciativas da cena musical brasileira, seja com o patrocínio de projetos ou parcerias artísticas em eventos de destaque no calendário nacional, e outros festivais independentes.
A construção e articulação de redes culturais nacionais, em diferentes segmentos artísticos, é o foco da Política Cultura da Vivo, que tem no
Conexão Vivo uma de suas principais iniciativas. Detalhes sobre as outras linhas de atuação e sobre as formas de participação nos Programas Culturais Vivo estão disponíveis no www.vivo.com.br/cultura. E para saber mais sobre o Conexão Vivo, acesse o portal www.conexaovivo.com.br.



Serviços:

Show de lançamento do CD Leopoldina
Data: 24 de junho (quinta-feira), às 21 horas
Local: Teatro Alterosa (av. Assis Chateaubriand, 499, Floresta)
Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia-entrada) – na bilheteria do teatro
Doação (voluntária): 01 kg de alimento não perecível (na hora do show)
Classificação: Livre (menores acompanhados dos pais ou responsáveis)
Informações: (31) 3237-6611


Reprodução
CD Leopoldina
Ano: 2010
Selo de gravação: Independente
Preço médio: R$ 20,00








Assessoria de Imprensa:
BEBOP Comunicação & Cultura
(31) 3224-1251 e bebop@bebopcomunicacao.com

Escute algumas músicas do disco. Aproveite e comente sobre o texto e as canções.

Jongo (Leopoldina / Rodrigo Braga)
Frevo torto (Luís Felipe Gama)
Deus vos salve esta casa santa (Caetano Veloso / Torquato Neto)
Um carro de bois (Renato Motha / Patrícia Lobato)
Cantiga (Leopoldina)

Céu e Curumin dia 12/06, no Music Hall

RELEASE 04/06 - Céu e Curumin

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Encontro musical com Céu
e Curumin em BH
Em noite para embalar corações e paixões, representantes da nova safra da música brasileira dividem palco pela primeira vez na capital mineira
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Divulgação

Mais que celebrar uma data especial, tanto solteiros em busca de companhia quanto casais apaixonados já têm compromisso certo na noite do dia 12 de junho no show dos cantores Céu e Curumin. A partir das 20 horas do Dia dos Namorados, Curumin sobe ao palco do Music Hall para mandar todo seu suingue, seguido após da voz delicada e marcante da cantora Céu. Eles prometem uma noite inesquecível na capital mineira, que contará ainda com a discotecagem do DJ Deivid, do projeto Alta Fidelidade. O evento é uma realização da agência A.firma Comunicação, em parceria com o produtor Alexandre Segundo.
Com reconhecimento de público e crítica no Brasil e no exterior, Céu e Curumin são artistas que contribuem para a reinvenção do cenário da música brasileira. Com novas roupagens sonoras a partir de fusões que privilegiam os ritmos brasileiros, somados à gama da Soul Music – funk, R&B e soul – e do reggae e dub jamaicanos, além de explorarem modernos recursos da música eletrônica. Esses dois brilhantes artistas vêm mudando a forma de fazer musica com extremo bom gosto e agradando platéias dos mais diversos paladares musicais.
Velhos conhecidos, os artistas surgiram, praticamente, num mesmo momento, possuindo ambos dois CD’s já lançados. Curumin subirá primeiro ao palco, com um show de repertório misto de seus discos Achados e Perdidos (2003) e JapanPopShow (2008). Depois será a vez de Céu abrilhantar a noite, com músicas do álbum Céu (2005) e do recente CD Vagarosa (2009). A noite promete ser inesquecível, com momentos especiais para o público mineiro que sempre gozou de boas musicas e sabe o valor de grandes shows.
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Sobre Céu
Foto: Marcelo Gome/Divulgação
Cantora com voz delicada, marcante e com fino trato nas interpretações, Céu surgiu em 2005 com um disco de apresentação intitulado apenas Céu. Lançado de forma independente e com produção musical assinada por ela junto com Beto Villares e Antônio Pinto, o álbum já dizia a que veio. Em arranjos modernos e bem elaborados, a cantora debuta bem com sua voz atraente e agradável, em sucessos como Malemolência (ouça no player abaixo) (Céu e Alec Haiat), Lenda (Céu, Alec Haiat e Graziella Moretto), Roda (Céu e Beto Villares) e a releitura de Concrete Jungle, de Bob Marley, faixa que traz a participação luxuosa do power trio formado pelos músicos da Nação Zumbi: Lúcio Maia (guitarra), Pupilo (bateria) e Alexandre Dengue (baixo). O resultado foi um bom acolhimento do público e da crítica especializada, shows na Europa e EUA e a indicação, em 2006, para o Grammy Latino na categoria Melhor Artista Revelação e para o Prêmio TIM de Música, como Melhor Cantora. Em 2007, o disco concorreu ao Grammy na categoria Melhor Álbum de World Music.
Em 2009, após um intervalo de quase cinco anos, a cantora lança pelo selo independente Urban Jungle e com distribuição da Universal Music, o novo álbum Vagarosa. Nas 13 faixas, ela reafirma sua feminilidade e brinda composições inéditas, novas parcerias e participações. Há também a bela releitura de Rosa, Menina Rosa, de Jorge Benjor, novamente com a participação do power trio da Nação Zumbi, sendo que a bateria de Pupilo se faz presente em outras faixas. O disco transita entre sonoridades do Brasil e Jamaica e traz, novamente, na produção musical a dobradinha de Céu e Beto Villares, junto com Gui Amabis e Gustavo Lenza, também responsável pela produção dos discos do Curumin. Entre as novas parcerias, destaque para Bubuia, com as também cantoras-compositoras Anelis Assumpção, filha do saudoso e criativo Itamar Assumpção, e Thalma de Freitas. Há também participações especiais de Luiz Melodia, dividindo vocais em Vira Lata, e do extravagante baterista Gigante Brazil, morto em 2008, nas faixas Cangote e Papa.
No show, Céu sobe ao palco acompanhada dos músicos Guilherme Ribeiro (guitarra, teclados e acordeon), Lucas Martins (baixo), Bruno Buarque (bateria) e o DJ Marco (MPC e toca-discos).
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Sobre Curumin
Foto: Nino Andrés/Divulgação
Descendente de japoneses e espanhóis, o paulistano Curumin é multi-instrumentista. Mas é como baterista que a sua musicalidade pulsa forte e original, seja em trabalhos que integrou como músico, ao lado de nomes como Céu, Vanessa da Mata, Paula Lima e Arnaldo Antunes, ou nos seus discos e shows autorais.
Iniciado muito cedo no universo musical, aos 14 anos Curumin já tocava nas noites paulistanas como baterista e percussionista. Foi através dessa experiência que a mestiçagem se fez presente também na música do artista, composta de fusões que têm como base original o funk e soul dos EUA, samba, samba-rock e samba-funk, somados a elementos do hip hop.
Com produção de Gustavo Lenza, em 2003, Curumin inicia a carreira solo com o lançamento pela gravadora YB Music do álbum Achados e Perdidos. Em 2005 esse mesmo CD foi lançado no mercado norte-americano pelo selo Quannum Projects. Primando pelo autoral e com Curumin assinando a maioria das faixas, o disco traz como única exceção, a releitura impressionante e criativa de You Haven’t Done Nothing (ouça no player abaixo), de Stevie Wonder. As participações especiais no CD são de Arnaldo Antunes, em Sertão Urbano, e Nereu Gargalo, do Trio Mocotó, em Cadê o Mocotó? (Essa Coisa).
Em 2008, seguindo a trilha do primeiro disco, Curumin lança JapanPopShow, que obteve destaque em inúmeras listas de melhores do ano na imprensa especializada. O novo trabalho também foi lançado simultaneamente no Brasil e EUA pela YB Music e Quannum Projects, respectivamente, e atingiu até o mercado japonês, através de distribuição pela JVC / Victor Entertainment. Concebido na mesma receita de suingue e originalidade do CD anterior, JapanPopShow tem participações de Tommy Guerrero, Turbo Trio, General Electric, Blackalicious e do inquieto e criativo Lucas Santtana.
Em Beagá, Curumim (bateria, cavaquinho, samples e voz) apresenta-se ao lado de Marcelo Effori (samples e bateria) e Lucas Martins (baixo e samples).
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Serviço:
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Shows de Céu e Curumin
Data: 12 de junho (sábado), às 22 horas
Local: Music Hall (av. do Contorno, 3.239, Santa Efigênia)
Ingressos: PISTA – 1º lote: R$ 40,00 e R$ 20,00 (meia-entrada prevista em lei) / 2º lote: R$ 60,00 e R$ 30,00 (meia) / 3º lote: R$ 80,00 e R$ 40,00 (meia)
CAMAROTE – 1º lote: R$ 80,00 / 2º lote: R$ 100,00 / 3º lote: R$ 120,00
Pontos de venda: Bilheteria do Music Hall, Vinnil Cultura Bar (r. Inconfidentes, 1068, Savassi, 3261-7057), Graças a Deus (r. Padre Odorico, 68, São Pedro, 3282-6318), Entre Folhas (r. Major Lopes, 709, São Pedro, 3281-4166), Saravá (r. Fernandes Tourinho, 235/loja 03, Savassi, 3264-4336) e LM Studio (av do Contorno 6061 - Pátio Savassi, Piso L3 ,Loja 338, 3288 3822 e 3284-3574)
Classificação: 18 anos
Informações: (31) 2526-4449 / atendimento@ceuecurumin.com.br
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Assessoria de Imprensa:
BEBOP Comunicação & Cultura
(31) 3224-1251 e bebop@bebopcomunicacao.com

Escute nos players abaixo algumas músicas de Céu e Curumin. Aproveite e comente sobre o texto e as músicas.

Malemolência (Céu / Alec Haiat), de Céu (2005)
You Havent' Done Nothing (Stevie Wonder), de Achados e Perdidos (2003)
Bubuia (Céu / Anelis Assumpção / Thalma de Freitas), de Vagarosa (2009)
Tudo Bem, Malandro (Curumin), de Achados e Perdidos (2003)
Cangote (Céu), de Vagarosa (2009)
Vem Menina (Curumin / Lino Crizz), de Achados e Perdidos (2003)
Grains de Beauté (Céu / Beto Villares), de Vagarosa (2009)
Guerreiro (Curumin), de Achados e Perdidos (2003)