.
Herança musical e trabalho solo de Raquel Coutinho
são atrações do Noite do Griot
são atrações do Noite do Griot
.
Com CD de estréia recém lançado, artista se apresenta como cantora após dez anos tocando no trio percussivo que acompanha Tizumba
.
Foto: Pedro Miranda
Voz suave, vibrante e forte, se preciso, como o batuque deve ser no couro do tambor. Assim é Raquel Coutinho, percussionista e, agora, cantora em trabalho solo, que se apresentará na próxima edição do projeto "Noite do Griot", do Centro Cultural Casa África. No dia 09 de outubro (quinta-feira), no Teatro João Ceschiatti do Palácio das Artes, a cantora faz espetáculo a partir do seu primeiro CD solo lançado recentemente, intitulado "Olho d’Água", além de conversar com o público sobre o processo criativo de suas músicas. "Preparei um show que tem algumas músicas do disco e também outras mais novas. Pretendo contar tudo o que norteou a história desse trabalho, cada música, já que a minha história musical começa com o tambor na minha vida. O que é muito verdadeiro pra mim é tocar tambor; é o que me faz caminhar e construir minhas músicas", adianta a artista..
No palco, Raquel (voz e percussão) é acompanhada pelos músicos Jongui (bateria), diretor musical e parceiro no CD, Lucas Miranda (baixo, sintetizadores e samplers) e Maurício Negão (guitarra, violões e vocais).
.
.
Nesse ano, o projeto "Noite do Griot" iniciou em junho, prestando homenagens ao poeta e escritor Abdias Nascimento, que se estende ao longo de toda essa edição do projeto. Em julho, o "Noite do Griot" recebeu a sambista paulistana Fabiana Cozza. Já em agosto foi a vez da participação do cantor e compositor paraibano Chico César, e em setembro contou com o sambista e escritor carioca Nei Lopes. No mês que vem, em que se comemora a consciência negra, o encerramento da temporada do projeto será com o cantor e compositor Vander Lee.
.
.
Cantora teve um "griot" como mestre
Percussionista com cerca de dez anos de carreira, Raquel Coutinho nesse mesmo tempo acompanha o cantor e compositor Mauricio Tizumba, artista que inaugurou o "Noite do Griot", em 2005, na Casa África. Assim, o projeto, que tem como objetivo principal reverenciar a oralidade, mostra como o conhecimento e a cultura passa de uma geração a outra com a participação de Raquel Coutinho.
.
Percussionista com cerca de dez anos de carreira, Raquel Coutinho nesse mesmo tempo acompanha o cantor e compositor Mauricio Tizumba, artista que inaugurou o "Noite do Griot", em 2005, na Casa África. Assim, o projeto, que tem como objetivo principal reverenciar a oralidade, mostra como o conhecimento e a cultura passa de uma geração a outra com a participação de Raquel Coutinho.
.
Sendo uma das três mulheres do trio percussivo que acompanha Tizumba, Raquel diz que o artista é seu padrinho musical, já que foi o responsável por inserí-la nesse universo, e agracia a pupila com uma participação mais que especial em uma das faixas do primeiro CD. "Fui beber nessa fonte, conhecer o universo musical de Minas através do Tizumba, que me deu um tambor de minas e um pandeiro de presente e levou-me para as festas de congado e candombe. Dividir uma faixa com o meu padrinho é muito gratificante para mim. Nessa música, toco tambor e patangome do início ao fim – instrumentos típicos da cultura mineira. Foi o Tizumba que escolheu a faixa para participar. Enquanto mostrava a música, lembrei de um vídeo que ele fez com imagens de um olho d’água numa de suas idas à Serra do Cipó. Daí, propus o nome ‘Olho d’Água’ para a faixa e o disco. É uma música que, apesar de estar no final, significa também o início de tudo e caminha para um fim, assim como um rio que corre", revela emocionada.
.
CD de estréia
Com produção de Jongui, que já assinou a produção e participação em discos de artistas como Lobão, Zeca Baleiro e Rita Ribeiro, o álbum "Olho d’Água" possui nove faixas, sendo sete de autoria de Raquel Coutinho em parceria com Bruno Couto (co-produtor do disco), Magno Mello, Mauricio Tizumba, Carlos Trilha, Xandão Fernandes, Lênis Rino, Jongui e Sebastian Notini. Com exceção da música "E acabou", de autoria do compositor Pedro Morais, todas são inéditas.
.
CD de estréia
Com produção de Jongui, que já assinou a produção e participação em discos de artistas como Lobão, Zeca Baleiro e Rita Ribeiro, o álbum "Olho d’Água" possui nove faixas, sendo sete de autoria de Raquel Coutinho em parceria com Bruno Couto (co-produtor do disco), Magno Mello, Mauricio Tizumba, Carlos Trilha, Xandão Fernandes, Lênis Rino, Jongui e Sebastian Notini. Com exceção da música "E acabou", de autoria do compositor Pedro Morais, todas são inéditas.
.
A espinha dorsal do disco é o batuque, com referências do congado mineiro e também dos tambores tocados com aguidavis do candomblé baiano, o qual Jongui se fez um pesquisador e acresceu para o trabalho, e que se soma a muito sampler e programações eletrônicas. O resultado sonoro é um "lounge-beat" com diversas texturas sonoras, que vão do ancestral ao contemporâneo, onde a voz de Raquel deita (e deleita) com personalidade.
.
Serviços:
Noite do Griot 2008 – Raquel Coutinho
Data: 09 de outubro (quinta-feira), às 20 horas
Local: Teatro João Ceschiatti – Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537, Centro)
Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia-entrada)
Informações: (31) 3236-7400 / 3234-4241
Serviços:
Noite do Griot 2008 – Raquel Coutinho
Data: 09 de outubro (quinta-feira), às 20 horas
Local: Teatro João Ceschiatti – Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537, Centro)
Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia-entrada)
Informações: (31) 3236-7400 / 3234-4241
.
Assessoria de Imprensa e produção:
BEBOP Comunicação & Cultura – (31) 3224-1251 ou bebop@bebopcomunicacao.com
BEBOP Comunicação & Cultura – (31) 3224-1251 ou bebop@bebopcomunicacao.com
0 comentários:
Postar um comentário