RELEASE 31/10 - Vander Lee encerra edição 2008 do Noite do Griot

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A canção popular e a oralidade de Vander Lee no Noite do Griot
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Acompanhado apenas de seu violão, cantor e compositor participa de espetáculo intimista em que as narrativas de sua trajetória dividirão momentos com as canções
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Foto: Levindo Carneiro

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Na África, há séculos e milênios, muitas estórias, dentre elas a própria história da humanidade, heranças e valores das civilizações do passado são transmitidos pelos mais experientes em conversas com os mais jovens da comunidade. Sob a frondosa sombra dos baobás, árvores seculares e símbolo de diversas civilizações africanas, filosofia, provérbios e canções são transmitidos pelos griots, responsáveis por essa tradição oral, e que são homenageados pelo Centro Cultural Casa África no projeto Noite do Griot. No próximo dia 13 de novembro (quinta-feira), a Sala Juvenal Dias do Palácio das Artes, na última edição do projeto em 2008, receberá como griot da noite o cantor e compositor mineiro Vander Lee. “Que as crianças ainda cantam (..) e os velhos ainda choram seus bordões”. Nesses versos, mesmo sem a sombra de um baobá, Vander Lee trata um pouco dessa oralidade presente ainda nos dias atuais. Com uma interessante trajetória pra narrar, de quem iniciou cantando em bares e hoje é um dos mais requisitados compositores brasileiros na última década, o artista já foi gravado por nomes como Gal Costa, Elza Soares, Rita Ribeiro, Leila Pinheiro e Alcione.
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No Noite do Griot, Vander Lee fará do espetáculo um momento único e intimista, em que conversará com o público sobre sua trajetória, influências e gostos. “Através das musicas vou contar a minha história. Sou um cara muito solto, então não me preocupo com o que vai acontecer. Com certeza, falarei um pouco das influências afros, portuguesas e barrocas presentes nas minhas canções, entre outras coisas”, adianta o artista.
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Apenas no banquinho e violão, Vander Lee cantará grandes sucessos de sua carreira, que compõe parte do repertório do último CD e DVD lançados em 2006, “Pensei que fosse o céu ao vivo”. Músicas como “Do Brasil”, Românticos”, “Meu Jardim” e “Passional” fazem dele um artista que arrasta grande público em suas apresentações. Prova disso é que os ingressos para a apresentação no Noite do Griot já estão esgotados. Com esse espetáculo, o projeto Noite do Griot encerra a temporada de 2008, que prestou homenagens ao poeta e escritor Abdias Nascimento, iniciado no mês de junho com as participações do escritor e etnólogo cubano-jamaicano Carlos Moore e do poeta e bailarino Benjamin Abras. Esse ano, passaram pelo projeto diversos artistas brasileiros. Foram eles a cantora paulistana Fabiana Cozza; o cantor e compositor paraibano Chico César; o sambista e escritor carioca Nei Lopes e a cantora e percussionista Raquel Coutinho.
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Vander Lee: canções e simpatia populares Ganhador do prêmio TIM na categoria de melhor disco de canção popular com “Pensei que fosse o céu ao vivo” (Indie Records), Vander Lee é um autor versátil, que passeia por diversos estilos da MPB, do samba ao funk, e apesar de ter musicalidade exuberante traz como uma de suas marcas a simplicidade de quem começou a tocar nas noites dos bares da capital mineira. E com essa mesma simplicidade (e facilidade) traz em suas composições temas diversos, entre eles as múltiplas facetas que envolvem a mente e os sentimentos de quem está em tempo de paixão, e sabe ainda ser o trovador bucólico das simplicidades do cotidiano. Na discografia, Vander Lee possui cinco CD’s e dois DVD’s lançados.

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Serviços:

Noite do Griot 2008 – Vander Lee

Data: 13 de novembro (quinta-feira), às 20 horas

Local: Sala Juvenal Dias – Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537, Centro)

Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia-entrada)
Informações: (31) 3236-7400 / 3234-4241
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Assessoria de Imprensa:
BEBOP Comunicação & Cultura – (31) 3224-1251 ou bebop@bebopcomunicacao.com

RELEASE 16/10 - forumdoc.bh.2008 divulga selecionados

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forumdoc.bh.2008 divulga filmes selecionados para mostras competitivas
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A comissão organizadora da 12ª edição do forumdoc.bh – Festival do Filme Documentário e Etnográfico/Fórum de Antropologia, Cinema e Vídeo divulgou no último dia 16 de outubro o resultado dos filmes selecionados para compor as mostras competitivas nacional e internacional do festival em 2008.
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Foram inscritas 166 produções para a mostra internacional e outros 288 filmes para a nacional. Entre longas e curta-metragens em diversos formatos e temáticas, foram selecionados 11 filmes para a mostra nacional, sob coordenação de Ewerton Belico, e outros dez para a internacional, que é coordenada por Pedro Portella. “Ao longo do processo de escolha e seleção dos filmes para a mostra competitiva internacional, assistimos a uma imensa diversidade de escolas cinematográficas, estilos, de metodologias de abordagem e temáticas. A grande maioria dos documentários inscritos transitavam entre o 'jornalístico de denúncia' e os espetáculos televisivos. Pinçamos filmes que privilegiaram cenas, que não se apóiam unicamente no discurso proferido por trás das imagens. Escolhemos filmes etnográficos que nos fazem mergulhar literalmente em outro universo”, destaca Pedro Portella. A lista dos filmes selecionados pode ser conferida no site www.filmesdequintal.com.br/forumdoc2008/.
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A 12ª edição do forumdoc.bh acontece em Belo Horizonte, entre os dias 27 de novembro e 07 de dezembro, com exibições dos filmes no Cine Humberto Mauro (Palácio das Artes) e Auditório Sônia Viegas (Fafich), nas escolas que integram o projeto Rede.lê e regiões periféricas de Belo Horizonte, bem como em mostras de itnerância por cidades do interior do estado, além de uma extensão do festival em São Gabriel da Cachoeira, estado do Amazonas, em parceria com o Instituto Sócio Ambiental (ISA). Esse ano, o forumdoc.bh traz como destaque, além das Competitivas, três mostras principais: uma dedicada a filmes da Melanésia (arquipélago que fica na região oeste do oceano Pacífico a nordeste da Austrália), produzidos a partir da década de 70 e que dentre diversos assuntos retrata o processo de independência dos povos da Papua Nova Guiné, uma mostra dedicada à cinematografia latino-americana que traz obras precursoras da aproximação entre os gêneros documentário e ficção e uma retrospectiva da filmografia do importante e pouco visto cineasta mineiro Carlos Alberto Prates Corrêa, diretor de filmes como "Crioulo Doido" (1971) e "Cabaré Mineiro" (1980).
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O forumdoc.bh é realizado pela Associação Filmes de Quintal em parceria com Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
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FILMES SELECIONADOS:
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Competitiva Nacional
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Canoa de um Pau Roxo, direção: Gabriela Piccolo e Alberto Greciano (Espírito Santo)

Estrada Real da Cachaça, direção: Pedro Urano (Rio de Janeiro)

Favela On Blast, direção: Leandro HBL e Wesley Pentz (Minas Gerais)

Kantuta, direção: Rodrigo Leite (São Paulo)

L.A.P.A, direção: Cavi Borges e Emílio Domingos (Rio de Janeiro)

Mokoi Tekoá, Petei Jeguatá (Duas Aldeias, Um caminho), direção: Germano Beñites,
Ariel Ortega e Jorge Morinico (Pernambuco e Rio Grande do Sul)

Orixás, uma tradição viva, direção: Maoro da Rocha Pitta (Pernambuco)

Putuxop, direção: Fernando Maxakali, João Duro Maxakali, Marilton Maxakali e Eduardo Rossi (Minas Gerais)

Redemoinho-poema, direção: Gabriel Sanna e Lúcia Castello Branco (Minas Gerais)

Tomba Homem, direção: Gibi Cardoso (Minas Gerais)

Yvy Katu, Terra Sagrada, direção: Eduardo Duwe (São Paulo)
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Competitiva Internacional
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Friends, Fools, Family, direção: Berit Madsen, Anne Mette Jørgensen (Dinamarca e Nigéria)
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L'initiation, direção: François-Xavier Drouet (França)
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La sombra de Don Roberto, direção: Juan Diego Spoerer e Hakan Engström (Chile e Suécia)
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La Voie Peule, direção: Sylvain Vesco (Bélgica e França)
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Le Roi ne meurt jamais, direção: Pierre Lamarque (França)
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Mafrouza - Oh la nuit!, direção: Emmanuelle Demoris (França)
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Music Partisans, direção: Miroslaw Dembinski (Bielorrussia)
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Nacional 206, direção: Catarina Alves Costa (Portugal)
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Toujours là - Toujours Emerillon, direção: Perle Møhl (França e Dinamarca)
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Un Tigre de Papel, direção: Luis Ospina (Colômbia)
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Assessoria de Imprensa:
BEBOP Comunicação & Cultura – (31) 3224-1251 ou bebop@bebopcomunicacao.com

Tom Nascimento e Banda Nuca Preta, sábado (18/10) no Estúdio B. E domingo (19/10), no Confraria de Buteco!

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Dia 09/10 - Raquel Coutinho no Noite do Griot

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Herança musical e trabalho solo de Raquel Coutinho
são atrações do Noite do Griot
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Com CD de estréia recém lançado, artista se apresenta como cantora após dez anos tocando no trio percussivo que acompanha Tizumba

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Foto: Pedro Miranda
Voz suave, vibrante e forte, se preciso, como o batuque deve ser no couro do tambor. Assim é Raquel Coutinho, percussionista e, agora, cantora em trabalho solo, que se apresentará na próxima edição do projeto "Noite do Griot", do Centro Cultural Casa África. No dia 09 de outubro (quinta-feira), no Teatro João Ceschiatti do Palácio das Artes, a cantora faz espetáculo a partir do seu primeiro CD solo lançado recentemente, intitulado "Olho d’Água", além de conversar com o público sobre o processo criativo de suas músicas. "Preparei um show que tem algumas músicas do disco e também outras mais novas. Pretendo contar tudo o que norteou a história desse trabalho, cada música, já que a minha história musical começa com o tambor na minha vida. O que é muito verdadeiro pra mim é tocar tambor; é o que me faz caminhar e construir minhas músicas", adianta a artista.
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No palco, Raquel (voz e percussão) é acompanhada pelos músicos Jongui (bateria), diretor musical e parceiro no CD, Lucas Miranda (baixo, sintetizadores e samplers) e Maurício Negão (guitarra, violões e vocais).
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Nesse ano, o projeto "Noite do Griot" iniciou em junho, prestando homenagens ao poeta e escritor Abdias Nascimento, que se estende ao longo de toda essa edição do projeto. Em julho, o "Noite do Griot" recebeu a sambista paulistana Fabiana Cozza. Já em agosto foi a vez da participação do cantor e compositor paraibano Chico César, e em setembro contou com o sambista e escritor carioca Nei Lopes. No mês que vem, em que se comemora a consciência negra, o encerramento da temporada do projeto será com o cantor e compositor Vander Lee.
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Cantora teve um "griot" como mestre
Percussionista com cerca de dez anos de carreira, Raquel Coutinho nesse mesmo tempo acompanha o cantor e compositor Mauricio Tizumba, artista que inaugurou o "Noite do Griot", em 2005, na Casa África. Assim, o projeto, que tem como objetivo principal reverenciar a oralidade, mostra como o conhecimento e a cultura passa de uma geração a outra com a participação de Raquel Coutinho.
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Sendo uma das três mulheres do trio percussivo que acompanha Tizumba, Raquel diz que o artista é seu padrinho musical, já que foi o responsável por inserí-la nesse universo, e agracia a pupila com uma participação mais que especial em uma das faixas do primeiro CD. "Fui beber nessa fonte, conhecer o universo musical de Minas através do Tizumba, que me deu um tambor de minas e um pandeiro de presente e levou-me para as festas de congado e candombe. Dividir uma faixa com o meu padrinho é muito gratificante para mim. Nessa música, toco tambor e patangome do início ao fim – instrumentos típicos da cultura mineira. Foi o Tizumba que escolheu a faixa para participar. Enquanto mostrava a música, lembrei de um vídeo que ele fez com imagens de um olho d’água numa de suas idas à Serra do Cipó. Daí, propus o nome ‘Olho d’Água’ para a faixa e o disco. É uma música que, apesar de estar no final, significa também o início de tudo e caminha para um fim, assim como um rio que corre", revela emocionada.
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CD de estréia
Com produção de Jongui, que já assinou a produção e participação em discos de artistas como Lobão, Zeca Baleiro e Rita Ribeiro, o álbum "Olho d’Água" possui nove faixas, sendo sete de autoria de Raquel Coutinho em parceria com Bruno Couto (co-produtor do disco), Magno Mello, Mauricio Tizumba, Carlos Trilha, Xandão Fernandes, Lênis Rino, Jongui e Sebastian Notini. Com exceção da música "E acabou", de autoria do compositor Pedro Morais, todas são inéditas.
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A espinha dorsal do disco é o batuque, com referências do congado mineiro e também dos tambores tocados com aguidavis do candomblé baiano, o qual Jongui se fez um pesquisador e acresceu para o trabalho, e que se soma a muito sampler e programações eletrônicas. O resultado sonoro é um "lounge-beat" com diversas texturas sonoras, que vão do ancestral ao contemporâneo, onde a voz de Raquel deita (e deleita) com personalidade.
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Serviços:
Noite do Griot 2008 – Raquel Coutinho
Data: 09 de outubro (quinta-feira), às 20 horas
Local: Teatro João Ceschiatti – Palácio das Artes (av. Afonso Pena, 1.537, Centro)
Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia-entrada)
Informações: (31) 3236-7400 / 3234-4241
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Assessoria de Imprensa e produção:
BEBOP Comunicação & Cultura – (31) 3224-1251 ou bebop@bebopcomunicacao.com