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Estão abertas as inscrições para os interessados em participar do projeto “Agbára – Vozes da África”, que propõe a formação de um coral, com cursos de língua, música e cultura yorùbá, na cidade de Nova Lima.
Palavras como “abada” (espécie de camisão que era utilizado pelos africanos no Brasil e seus descendentes, mas que, atualmente, se referem às vestes dos foliões de blocos carnavalescos da Bahia), “acarajé”, “jagunço” (advindo de jagun-jagun = soldado ) e “Morumbi”, entre outras provam como é grande a influência das culturas africanas na formação da nacionalidade e da cultura popular brasileira. Entretanto, essas palavras são todas pertencentes ao universo da cultura yorùbá, uma das muitas etnias dos povos da Nigéria, país ocidental da África. Para apresentar e melhor difundir a cultura yorubana em Minas Gerais, o projeto “Agbára – Vozes da África” prevê a formação de um coral para resgatar as músicas milenares da tradição yorùbá, e que oferecerá, gratuitamente, aos participantes momentos de aprendizado da língua e cultura em questão.
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O projeto é desenvolvido pelo Instituto de Arte e Cultura Yorùbá, que desde 2006 realiza cursos de língua e cultura yorùbá em Belo Horizonte, sob a coordenação do nigeriano Olúségun Akinruli.
Patrocinado pelo programa Cemig Cultural, através da Lei Federal Rouanet de Incentivo à Cultura, o projeto “Agbára – Vozes da África” é realizado nas cidades de Belo Horizonte e Nova Lima e acontecerá também em Contagem e Betim, finalizando em cada uma dessas cidades com grandes concertos de apresentação do coral e seminários com personalidades referenciais da cultura africana.
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Das inscrições e da formação do coral
As inscrições são gratuitas e estão abertas do dia 30 de março até 16 de abril, on line no site www.institutoyoruba.com . As aulas serão ministradas sempre aos sábados, das 15 às 19 horas, no Teatro Municipal Manoel Franzen de Lima, durante três meses, a partir do mês de maio.
Com turma para até 40 pessoas, o curso de formação é dividido em seis módulos, sendo eles: 1 – Língua Yorùbá; 2 – Cultura Yorùbá; 3 – Canto Coral com músicas da tradição Yorúbá, que contará também com o pianista, compositor e regente cubano Nestor Lombida Hunt; 4 – Comidas Yorùbás; 5 – Acompanhamento e Percussão Yorúbá, com o percussionista Carlinhos Oxóssi; e 6 – Tradução e músicas de origem Yorùbá em português, com auxílio da cantora Eda Costa. Todos os módulos serão coordenados por Olúségun Akinruli, com participação de Ayobami Akinruli. A audição com os participantes será realizada no dia 18 de abril, das 9 às 13 horas, no Teatro Municipal Manoel Franzen de Lima. Os inscritos receberam por e-mail o horário da audição.
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Da cultura Yorùbá
De tradição milenar, falada e cultuada por mais de 100 milhões de pessoas em todo mundo, a língua e a cultura yorùbá é predominante da Nigéria, país de maior população na África e que possui cerca de 200 etnias, mas está presente também em nações como Bahamas, Benin, Brasil, Camarões, Costa do Marfim, Cuba, El Salvador, EUA, Porto Rico, Reino Unido, Togo, entre outros.
No Brasil, a influência da cultura iorubana se deu na primeira metade do século XVIII, com a vinda de negros da costa do Benin através do tráfico negreiro transatlântico, aportados na Baía de Todos os Santos, em Salvador. Na capital baiana, lugar onde essa presença iorubana é mais notável, existem edificações com nomes em yorùbá, além de que a língua – que é a mais falada nos terreiros de candomblé no Brasil – tornou-se oficialmente obrigatória a lecionação nas escolas de ensino fundamental nos últimos anos.
Recente pesquisa realizada pela ONU afirma que de cada cinco negros ou afrodescendentes nascidos no mundo, três deles descendem da Nigéria, país considerado a “terra mãe da África”. É legítimo salientar que cada uma dessas pessoas carrega dentro de si, desde o seu nascimento até a sua morte, a essência de sua cultura original. É por isso que, na música, a presença iorubana está representada por personalidades como Carlinhos Brown, Gilberto Gil, Djavan, Inaicyra, Daniela Mercury, entre outros.
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Dos professores
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Olúségun Akinruli – o coordenador do Instituto de Arte e Cultura Yorùbá (IACY) e do projeto “Agbára – Vozes da África” é nascido na Nigéria e vive em Belo Horizonte desde 2004. Formado em Ciências econômicas pela Universidade de Lagos (Nigéria), com MBA em Finanças pelo IBMEC, Olúségun é também músico pianista, professor de inglês na escola Cultura Inglesa, de língua yorùbá do Cenex da Universidade Federal de Minas Gerais, e também do curso de Língua e Cultura Yorùbá, oferecido na PBH pelo IACY. Dentre diversos eventos, foi organizador da 1ª mostra de Cinema Nigeriano na 4ª edição do Festival de Arte Negra (FAN), em 2007, e do 1º Seminário Internacional de Cultura Yorùbá, realizado no Centro Universitário Newton Paiva, em 2006. Sobre a cultura e tradição yorùbá, realiza palestras, tendo já participado de eventos em Salvador e Rio de Janeiro.
Eda Costa - Cantora profissional iniciada em 1991, quando foi aluna da cantora Babaya, Eda Costa já gravou com grandes nomes da música mineira, como Paulinho Pedra Azul e Sérgio Pererê. Foi preparadora vocal de grupos como o Teatro Negro e Atitude (TNA), Cia Acômica e a Cia Lúdica. Atualmente é professora da escola de teatro da PUC-Minas e canta na banda Oncotô.>
Nestor Lombida Hunt – Nascido na década de 50 em Havana (Cuba), é pianista, compositor, arranjador e regente de orquestra. Pertencente a União de Escritores e Artistas de Cuba, possui vasta carreira musical com atuação em diversas bandas e orquestras do país, tendo se apresentado já por países como Angola, França, Áustria e Turquia. Foi Diretor Regional de Educação Artística do Ministério da Cultura de Cuba, onde também ocupou o cargo de membro da Comissão Nacional de Avaliação do Setor Artístico Musical. Em Minas Gerais, foi professor da escola Pró-Music, onde criou a Orquestra Big-Band, e professor de arranjo e improvisação do CEFAR-Palácio das Artes, sendo o regente da Orquestra Big-Band.
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Serviço:
Inscrições abertas para o Coral Agbára – Vozes d’África
Data: De 30 de março a 16 de abril
Inscrições gratuitas: on line pelo site www.institutoyoruba.com
Informações: 3542-5923 / 9238-9923 / 9203-7176 e www.institutoyoruba.com
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Inscrições abertas para o coral Agbára
Vozes d’África de música yorùbá em Nova Lima
> >.Vozes d’África de música yorùbá em Nova Lima
Estão abertas as inscrições para os interessados em participar do projeto “Agbára – Vozes da África”, que propõe a formação de um coral, com cursos de língua, música e cultura yorùbá, na cidade de Nova Lima. Palavras como “abada” (espécie de camisão que era utilizado pelos africanos no Brasil e seus descendentes, mas que, atualmente, se referem às vestes dos foliões de blocos carnavalescos da Bahia), “acarajé”, “jagunço” (advindo de jagun-jagun = soldado ) e “Morumbi”, entre outras provam como é grande a influência das culturas africanas na formação da nacionalidade e da cultura popular brasileira. Entretanto, essas palavras são todas pertencentes ao universo da cultura yorùbá, uma das muitas etnias dos povos da Nigéria, país ocidental da África. Para apresentar e melhor difundir a cultura yorubana em Minas Gerais, o projeto “Agbára – Vozes da África” prevê a formação de um coral para resgatar as músicas milenares da tradição yorùbá, e que oferecerá, gratuitamente, aos participantes momentos de aprendizado da língua e cultura em questão.
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O projeto é desenvolvido pelo Instituto de Arte e Cultura Yorùbá, que desde 2006 realiza cursos de língua e cultura yorùbá em Belo Horizonte, sob a coordenação do nigeriano Olúségun Akinruli.
Patrocinado pelo programa Cemig Cultural, através da Lei Federal Rouanet de Incentivo à Cultura, o projeto “Agbára – Vozes da África” é realizado nas cidades de Belo Horizonte e Nova Lima e acontecerá também em Contagem e Betim, finalizando em cada uma dessas cidades com grandes concertos de apresentação do coral e seminários com personalidades referenciais da cultura africana.
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Das inscrições e da formação do coral
As inscrições são gratuitas e estão abertas do dia 30 de março até 16 de abril, on line no site www.institutoyoruba.com . As aulas serão ministradas sempre aos sábados, das 15 às 19 horas, no Teatro Municipal Manoel Franzen de Lima, durante três meses, a partir do mês de maio.
Com turma para até 40 pessoas, o curso de formação é dividido em seis módulos, sendo eles: 1 – Língua Yorùbá; 2 – Cultura Yorùbá; 3 – Canto Coral com músicas da tradição Yorúbá, que contará também com o pianista, compositor e regente cubano Nestor Lombida Hunt; 4 – Comidas Yorùbás; 5 – Acompanhamento e Percussão Yorúbá, com o percussionista Carlinhos Oxóssi; e 6 – Tradução e músicas de origem Yorùbá em português, com auxílio da cantora Eda Costa. Todos os módulos serão coordenados por Olúségun Akinruli, com participação de Ayobami Akinruli. A audição com os participantes será realizada no dia 18 de abril, das 9 às 13 horas, no Teatro Municipal Manoel Franzen de Lima. Os inscritos receberam por e-mail o horário da audição.
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Da cultura Yorùbá
De tradição milenar, falada e cultuada por mais de 100 milhões de pessoas em todo mundo, a língua e a cultura yorùbá é predominante da Nigéria, país de maior população na África e que possui cerca de 200 etnias, mas está presente também em nações como Bahamas, Benin, Brasil, Camarões, Costa do Marfim, Cuba, El Salvador, EUA, Porto Rico, Reino Unido, Togo, entre outros.
No Brasil, a influência da cultura iorubana se deu na primeira metade do século XVIII, com a vinda de negros da costa do Benin através do tráfico negreiro transatlântico, aportados na Baía de Todos os Santos, em Salvador. Na capital baiana, lugar onde essa presença iorubana é mais notável, existem edificações com nomes em yorùbá, além de que a língua – que é a mais falada nos terreiros de candomblé no Brasil – tornou-se oficialmente obrigatória a lecionação nas escolas de ensino fundamental nos últimos anos.
Recente pesquisa realizada pela ONU afirma que de cada cinco negros ou afrodescendentes nascidos no mundo, três deles descendem da Nigéria, país considerado a “terra mãe da África”. É legítimo salientar que cada uma dessas pessoas carrega dentro de si, desde o seu nascimento até a sua morte, a essência de sua cultura original. É por isso que, na música, a presença iorubana está representada por personalidades como Carlinhos Brown, Gilberto Gil, Djavan, Inaicyra, Daniela Mercury, entre outros.
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Dos professores
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Olúségun Akinruli – o coordenador do Instituto de Arte e Cultura Yorùbá (IACY) e do projeto “Agbára – Vozes da África” é nascido na Nigéria e vive em Belo Horizonte desde 2004. Formado em Ciências econômicas pela Universidade de Lagos (Nigéria), com MBA em Finanças pelo IBMEC, Olúségun é também músico pianista, professor de inglês na escola Cultura Inglesa, de língua yorùbá do Cenex da Universidade Federal de Minas Gerais, e também do curso de Língua e Cultura Yorùbá, oferecido na PBH pelo IACY. Dentre diversos eventos, foi organizador da 1ª mostra de Cinema Nigeriano na 4ª edição do Festival de Arte Negra (FAN), em 2007, e do 1º Seminário Internacional de Cultura Yorùbá, realizado no Centro Universitário Newton Paiva, em 2006. Sobre a cultura e tradição yorùbá, realiza palestras, tendo já participado de eventos em Salvador e Rio de Janeiro.
Eda Costa - Cantora profissional iniciada em 1991, quando foi aluna da cantora Babaya, Eda Costa já gravou com grandes nomes da música mineira, como Paulinho Pedra Azul e Sérgio Pererê. Foi preparadora vocal de grupos como o Teatro Negro e Atitude (TNA), Cia Acômica e a Cia Lúdica. Atualmente é professora da escola de teatro da PUC-Minas e canta na banda Oncotô.>
Nestor Lombida Hunt – Nascido na década de 50 em Havana (Cuba), é pianista, compositor, arranjador e regente de orquestra. Pertencente a União de Escritores e Artistas de Cuba, possui vasta carreira musical com atuação em diversas bandas e orquestras do país, tendo se apresentado já por países como Angola, França, Áustria e Turquia. Foi Diretor Regional de Educação Artística do Ministério da Cultura de Cuba, onde também ocupou o cargo de membro da Comissão Nacional de Avaliação do Setor Artístico Musical. Em Minas Gerais, foi professor da escola Pró-Music, onde criou a Orquestra Big-Band, e professor de arranjo e improvisação do CEFAR-Palácio das Artes, sendo o regente da Orquestra Big-Band.
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Serviço:
Inscrições abertas para o Coral Agbára – Vozes d’África
Data: De 30 de março a 16 de abril
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Informações: 3542-5923 / 9238-9923 / 9203-7176 e www.institutoyoruba.com
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Assessoria de Imprensa:
BEBOP Comunicação & Cultura – (31) 3224-1251 ou bebop@bebopcomunicacao.com
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