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RELEASE 04/06 - Céu e Curumin

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Encontro musical com Céu
e Curumin em BH
Em noite para embalar corações e paixões, representantes da nova safra da música brasileira dividem palco pela primeira vez na capital mineira
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Divulgação

Mais que celebrar uma data especial, tanto solteiros em busca de companhia quanto casais apaixonados já têm compromisso certo na noite do dia 12 de junho no show dos cantores Céu e Curumin. A partir das 20 horas do Dia dos Namorados, Curumin sobe ao palco do Music Hall para mandar todo seu suingue, seguido após da voz delicada e marcante da cantora Céu. Eles prometem uma noite inesquecível na capital mineira, que contará ainda com a discotecagem do DJ Deivid, do projeto Alta Fidelidade. O evento é uma realização da agência A.firma Comunicação, em parceria com o produtor Alexandre Segundo.
Com reconhecimento de público e crítica no Brasil e no exterior, Céu e Curumin são artistas que contribuem para a reinvenção do cenário da música brasileira. Com novas roupagens sonoras a partir de fusões que privilegiam os ritmos brasileiros, somados à gama da Soul Music – funk, R&B e soul – e do reggae e dub jamaicanos, além de explorarem modernos recursos da música eletrônica. Esses dois brilhantes artistas vêm mudando a forma de fazer musica com extremo bom gosto e agradando platéias dos mais diversos paladares musicais.
Velhos conhecidos, os artistas surgiram, praticamente, num mesmo momento, possuindo ambos dois CD’s já lançados. Curumin subirá primeiro ao palco, com um show de repertório misto de seus discos Achados e Perdidos (2003) e JapanPopShow (2008). Depois será a vez de Céu abrilhantar a noite, com músicas do álbum Céu (2005) e do recente CD Vagarosa (2009). A noite promete ser inesquecível, com momentos especiais para o público mineiro que sempre gozou de boas musicas e sabe o valor de grandes shows.
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Sobre Céu
Foto: Marcelo Gome/Divulgação
Cantora com voz delicada, marcante e com fino trato nas interpretações, Céu surgiu em 2005 com um disco de apresentação intitulado apenas Céu. Lançado de forma independente e com produção musical assinada por ela junto com Beto Villares e Antônio Pinto, o álbum já dizia a que veio. Em arranjos modernos e bem elaborados, a cantora debuta bem com sua voz atraente e agradável, em sucessos como Malemolência (ouça no player abaixo) (Céu e Alec Haiat), Lenda (Céu, Alec Haiat e Graziella Moretto), Roda (Céu e Beto Villares) e a releitura de Concrete Jungle, de Bob Marley, faixa que traz a participação luxuosa do power trio formado pelos músicos da Nação Zumbi: Lúcio Maia (guitarra), Pupilo (bateria) e Alexandre Dengue (baixo). O resultado foi um bom acolhimento do público e da crítica especializada, shows na Europa e EUA e a indicação, em 2006, para o Grammy Latino na categoria Melhor Artista Revelação e para o Prêmio TIM de Música, como Melhor Cantora. Em 2007, o disco concorreu ao Grammy na categoria Melhor Álbum de World Music.
Em 2009, após um intervalo de quase cinco anos, a cantora lança pelo selo independente Urban Jungle e com distribuição da Universal Music, o novo álbum Vagarosa. Nas 13 faixas, ela reafirma sua feminilidade e brinda composições inéditas, novas parcerias e participações. Há também a bela releitura de Rosa, Menina Rosa, de Jorge Benjor, novamente com a participação do power trio da Nação Zumbi, sendo que a bateria de Pupilo se faz presente em outras faixas. O disco transita entre sonoridades do Brasil e Jamaica e traz, novamente, na produção musical a dobradinha de Céu e Beto Villares, junto com Gui Amabis e Gustavo Lenza, também responsável pela produção dos discos do Curumin. Entre as novas parcerias, destaque para Bubuia, com as também cantoras-compositoras Anelis Assumpção, filha do saudoso e criativo Itamar Assumpção, e Thalma de Freitas. Há também participações especiais de Luiz Melodia, dividindo vocais em Vira Lata, e do extravagante baterista Gigante Brazil, morto em 2008, nas faixas Cangote e Papa.
No show, Céu sobe ao palco acompanhada dos músicos Guilherme Ribeiro (guitarra, teclados e acordeon), Lucas Martins (baixo), Bruno Buarque (bateria) e o DJ Marco (MPC e toca-discos).
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Sobre Curumin
Foto: Nino Andrés/Divulgação
Descendente de japoneses e espanhóis, o paulistano Curumin é multi-instrumentista. Mas é como baterista que a sua musicalidade pulsa forte e original, seja em trabalhos que integrou como músico, ao lado de nomes como Céu, Vanessa da Mata, Paula Lima e Arnaldo Antunes, ou nos seus discos e shows autorais.
Iniciado muito cedo no universo musical, aos 14 anos Curumin já tocava nas noites paulistanas como baterista e percussionista. Foi através dessa experiência que a mestiçagem se fez presente também na música do artista, composta de fusões que têm como base original o funk e soul dos EUA, samba, samba-rock e samba-funk, somados a elementos do hip hop.
Com produção de Gustavo Lenza, em 2003, Curumin inicia a carreira solo com o lançamento pela gravadora YB Music do álbum Achados e Perdidos. Em 2005 esse mesmo CD foi lançado no mercado norte-americano pelo selo Quannum Projects. Primando pelo autoral e com Curumin assinando a maioria das faixas, o disco traz como única exceção, a releitura impressionante e criativa de You Haven’t Done Nothing (ouça no player abaixo), de Stevie Wonder. As participações especiais no CD são de Arnaldo Antunes, em Sertão Urbano, e Nereu Gargalo, do Trio Mocotó, em Cadê o Mocotó? (Essa Coisa).
Em 2008, seguindo a trilha do primeiro disco, Curumin lança JapanPopShow, que obteve destaque em inúmeras listas de melhores do ano na imprensa especializada. O novo trabalho também foi lançado simultaneamente no Brasil e EUA pela YB Music e Quannum Projects, respectivamente, e atingiu até o mercado japonês, através de distribuição pela JVC / Victor Entertainment. Concebido na mesma receita de suingue e originalidade do CD anterior, JapanPopShow tem participações de Tommy Guerrero, Turbo Trio, General Electric, Blackalicious e do inquieto e criativo Lucas Santtana.
Em Beagá, Curumim (bateria, cavaquinho, samples e voz) apresenta-se ao lado de Marcelo Effori (samples e bateria) e Lucas Martins (baixo e samples).
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Serviço:
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Shows de Céu e Curumin
Data: 12 de junho (sábado), às 22 horas
Local: Music Hall (av. do Contorno, 3.239, Santa Efigênia)
Ingressos: PISTA – 1º lote: R$ 40,00 e R$ 20,00 (meia-entrada prevista em lei) / 2º lote: R$ 60,00 e R$ 30,00 (meia) / 3º lote: R$ 80,00 e R$ 40,00 (meia)
CAMAROTE – 1º lote: R$ 80,00 / 2º lote: R$ 100,00 / 3º lote: R$ 120,00
Pontos de venda: Bilheteria do Music Hall, Vinnil Cultura Bar (r. Inconfidentes, 1068, Savassi, 3261-7057), Graças a Deus (r. Padre Odorico, 68, São Pedro, 3282-6318), Entre Folhas (r. Major Lopes, 709, São Pedro, 3281-4166), Saravá (r. Fernandes Tourinho, 235/loja 03, Savassi, 3264-4336) e LM Studio (av do Contorno 6061 - Pátio Savassi, Piso L3 ,Loja 338, 3288 3822 e 3284-3574)
Classificação: 18 anos
Informações: (31) 2526-4449 / atendimento@ceuecurumin.com.br
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Assessoria de Imprensa:
BEBOP Comunicação & Cultura
(31) 3224-1251 e bebop@bebopcomunicacao.com

Escute nos players abaixo algumas músicas de Céu e Curumin. Aproveite e comente sobre o texto e as músicas.

Malemolência (Céu / Alec Haiat), de Céu (2005)
You Havent' Done Nothing (Stevie Wonder), de Achados e Perdidos (2003)
Bubuia (Céu / Anelis Assumpção / Thalma de Freitas), de Vagarosa (2009)
Tudo Bem, Malandro (Curumin), de Achados e Perdidos (2003)
Cangote (Céu), de Vagarosa (2009)
Vem Menina (Curumin / Lino Crizz), de Achados e Perdidos (2003)
Grains de Beauté (Céu / Beto Villares), de Vagarosa (2009)
Guerreiro (Curumin), de Achados e Perdidos (2003)

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